Trans-intermechanical quantum Graceli transcendent and indeterminate -
Effects 10,774 to 10,790.
Interference of magnetic and electric waves over radio waves.
Depending on the intensity of the magnetic and electrical waves, interference occurs on radio waves.
Or even electric waves can produce sound waves according to the intensity of their vibrations in high voltage wirings. Where electric, magnetic, radioactive, thermal, and also sound waves are formed.
Quantum physics Graceli of particle decay.
The decays occur according to the particle types and the decay potentials of each and the binding and extinguishing energy in which it is found.
Thus becoming a system of decays transcendent and indeterminate in [statistical] chains.
Trans-intermecânica quântica Graceli transcendente e indeterminada –
Efeitos 10.774 a 10.790.
Interferências de ondas magnética e elétrica sobre ondas de radio.
Conforme a intensidade das ondas magnética e elétrica vai ocorre interferências sobre ondas de radio.
Ou mesmo ondas elétricas podem produzir ondas sonoras conforme a intensidade das vibrações das mesmos em fiações de alta tensão. Onde se forma campo de ondas elétrica, magnética, radioativa, térmica, e também sonoras.
Física quântica Graceli de decaimentos em particulas.
Os decaimentos acontecem conforme os tipos de partículas e os potenciais de decaimentos de cada uma e a energia de ligação e exclusão em que se encontra.
Se tornando assim um sistema de decaimentos trasncendentes e indeterminado em cadeias [estatístico].
até o final de 1947, as Partículas Elementares já identificadas, eram (em notação atual):
elétron (
e-),
fóton (

),
pósitron (
e+),
núcleons [prótons (
p) e nêutrons (
n)],
múons (

) e
píons-carregados (

). Por outro lado, e também por essa mesma época, as partículas previstas teoricamente, eram:
neutrino (

) e
píon-neutro (

). Contudo, em 20 de dezembro de 1947, os físicos ingleses George
Dixon Rochester (1908-2001) e Clifford Charles
Butler (1922-1999), da
Universidade de Manchester,
na Inglaterra, apresentaram, na
Nature 160(p. 855), os resultados de suas experiências relacionadas com a penetração de raios cósmicos em
câmaras de Wilson ou
câmaras de névoas (vide verbete nesta série) colocadas em grandes altitudes. Ao analisarem cerca de 5.000 fotografias dessas experiências,
Rochester e
Butlerdescobriram trajetórias em forma de
V oriundas de uma origem comum e
interpretaram-nas como rastros deixados por partículas carregadas e provenientes da desintegração de uma desconhecida partícula neutra e instável a que deram o nome de
partícula V, por causa da trajetória que observaram. Note-se que
Rochester e
Butler já haviam observado essas novas partículas desde 15 de outubro de 1946. É ainda interessante notar que a primeira evidência da existência de uma nova partícula que não correspondia a nenhuma até então conhecida, já havia sido anunciada, em 1944 (
Comptes Rendus de l´Académie des Sciences de Paris 219, p. 618), pelos físicos franceses Louis
Leprince-Ringuet (1901-2000) e Michel
l´Héritier ao examinarem a incidência de raios cósmicos em uma
câmara de Wilson, instalada no alto de uma montanha.
Novas experiências de
Rochester e
Butler mostraram que existiam mais duas
partículas V, desta vez, neutras, com os possíveis modos de decaimento:

e

. Ainda nessas experiências eles observaram que as
partículas V carregadas, que
haviam anteriormente descoberto, apresentavam os prováveis modos de decaimento:

e

. Além disso, eles perceberam que havia
uma outra partícula carregada negativamente (

), que decaia na partícula

e mais o

, com a

decaindo no processo indicado acima. Em virtude desse decaimento em “cascata”, mais tarde, em 1951, como veremos mais adiante, ela recebeu o nome de
cascata-menos:

. Por outro lado, uma nova partícula do tipo
V foi descoberta, em 1949 (
Nature 163, p. 82), pelo grupo do físico inglês Sir Cecil Frank Powell (1903-1969; PNF, 1950), da
Universidade de Bristol, na Inglaterra, à qual deram o nome de
partícula tau (

), com o seguinte modo de
decaimento:

.
Contudo, em virtude dessas experiências, realizadas em Manchester e em
Bristol, permitirem estimar as massas dessas partículas e determinar suas cargas, esses dois grupos não entendiam a razão pela qual a partícula

e

, que tinham a mesma
massa, apresentavam modos de decaimento diferentes: dois e três
píons, respectivamente. Esse “quebra-cabeça

” só foi resolvido em 1956, com a descoberta da quebra da paridade nas interações fracas, conforme vimos em verbetes desta série. Registre-se que, em 1949 (
Reviews of Modern Physics 21, p. 20),
Rochester publicou o resultado de suas experiências com raios cósmicos, com apenas uma rápida referência à descoberta que fizera com
Butler, em 1947. É oportuno também registrar que essa falha foi compensada por
Rochester, ao convidar
Butler para juntos escreveram, em 1953 (
ReportsProgress in Physics 16, p. 364), um trabalho sobre
a descoberta que fizeram em 1947.
No começo da década de 1950, novas partículas do tipo
V foram descobertas, principalmente pelo grupo de
Leprince-Ringuet, da
École Polytecnique, em Paris. O estudo em detalhes dessas novas partículas só foi possível depois de ser colocado em operação, em 1952, o
Cosmotron de
3 GeV, do
Brookhaven National Laboratory (
BNL), nos Estados Unidos, e da instalação nesse mesmo laboratório, em 1953, da
câmara de bolhas, que havia sido inventada pelo físico norte-americano Donald Arthur Glaser (n.1926; PNF, 1960), em 1952 (vide verbete nesta série). Essas partículas tipo
V foram chamadas de
estranhas em virtude de que eram produzidas por interação forte, entre
píons (

) e
núcleons (
p,
n) (vida
média ~ 10-23 s), e decaiam por interação fraca (vida média da ordem de
10-10 s). Como essas partículas recebiam denominações e símbolos diferentes (às vezes, para a mesma partícula),
Leprince-Ringuet, em 1953 (
AnnualReview of Nuclear Science 3, p. 39), apresentou um esquema de nomenclatura para as partículas elementares até então conhecidas. Nessa ocasião, denominou de
hyperon (super, em grego) a partícula que apresentava massa maior do que a massa de um
núcleon, tais como:

(hoje,

). As que apresentavam a massa intermediária entre a massa dos
mésons 
e a dos
núcleons, ele denominou de
mésons pesados:

e

(hoje, os
káons 
). Em 1958, o físico russo
Lev Borisovich Okun (n.1929) cunhou o termo
hádron para toda a partícula que é sensível à interação forte:
núcleons,
píons,
káons e
hyperons. É oportuno destacar que hoje, os
hádrons são divididos em
mésons (
píons e
káons) de spin inteiro (0,1) e
bárions (
núcleons e
hyperons), de spin fracionário (½).
Voltemos às
partículas estranhas. A primeira tentativa para compreender as suas propriedades foi apresentada pelo físico holandês-norte-americano Abraham Pais (1918-2000), em 1952 (
Physical Review 86, p. 663). Com efeito, ele formulou a hipótese de que elas deveriam ser produzidas em pares, por processo de interação forte e decaíam individualmente por interação fraca. Para poder explicar tal mecanismo, Pais propôs a existência de um novo número quântico aditivo, que seria
par para as partículas normais então conhecidas (
núcleons e
píons) e
ímpar para as
partículas estranhas, número esse que deveria ser conservado em uma reação na qual participassem tais partículas. Esse processo foi denominado por Pais de
produção associada. É oportuno observar que uma proposta análoga a essa já havia sido apresentada, em 1951, pelos físicos japoneses
Yoichiro Nambu (n.1921),
Kakukiko Nishijima (n.1926) e Y.
Yamaguchi (
Progressin Theorethical Physics 6, p. 615); H.
Miyazawa (
Progress in Theorethical Physics 6, p. 631); e S.
Oneda (
Progress in Theorethical Physics 6, p. 633) em trabalhos independentes nos quais propuseram a hipótese da produção de
partículas estranhas (

) por intermédio de uma reação do tipo:

.
Essa proposta de
produção associada foi plenamente confirmada nas experiências realizadas, em 1953 (
Physical Review 90;
91, pgs. 1126; 1287), no
Cosmotron do
BNL, pelos físicos norte-americanos W. B. Fowler, Ralph P.
Shutt, Alan
Moulton Thorndike (1918-2006) e W. L.
Whitemore. Nessas experiências, eles observaram as seguintes reações (em notação atual):

, com
(par) + (par) = (ímpar) + (ímpar), e

, para a qual, tem-se que: (par) + (par) = (par) + (ímpar) + (ímpar). É oportuno registrar que o resultado dessas experiências foi confirmado por esses mesmos físicos, em 1954 (
Physical Review93, p. 861), e em 1955 (
Physical Review 98, p. 121) e, independentemente, também em 1955 (
Physical Review 98, p. 1407), por W. D. Walker. Ainda em 1953 (
Physical Review 90, p. 274), o físico norte-americano Richard Lawrence
Garwin (n.1928) mostrou que a produção da partícula

em uma reação do tipo:

não foi observada, em conformidade com a
produção associada de Pais, uma vez que: (par) + (par)

(par) + (impar).
Apesar do sucesso dessas experiências que confirmavam a
produção associada de Pais, esta, no entanto, apresentava dificuldades como se pode ver, por exemplo, na possível produção da partícula

por intermédio de reações do tipo:

e

. Enquanto a primeira dessas reações (observada) não se enquadrava naquela regra, pois: (par) + (par)

(ímpar) + (ímpar) + (impar), a segunda (não observada) se enquadrava,
uma vez que: (par) + (par) = (ímpar) + (ímpar). Por outro lado, embora a regra acima referida permitisse reações do tipo:

, já que: (par) + (par) = (ímpar) + (ímpar) elas, contudo, nunca foram observadas. Também não se entendia a razão de ainda não haver sido observado o decaimento:

, muito embora, em 1952 (
Philosophical Magazine 43, p. 597), R.
Armenteros, K. H. Barker,
Butler, A.
Chacon e C. M. York, houvessem visto que:


, com uma vida
média ~ 10-10 s. É oportuno registrar que esta última experiência é considerada como a que descobriu a
partícula estranha cascata-menos (

), apesar de ela já haver aparecido nas experiências de
Rochester e
Butler (

), conforme vimos acima. Destaque-se que a existência de

foi confirmada, em
1953 (Physical Review 92, p. 1089), pelos físicos norte-americanos Carl David Anderson (1905-1991; PNF, 1936), E. W.
Cowan, Robert Benjamin
Leighton(1919-1997) e V. A. J.
van Lint.